Você sabia que o Brasil possui 12% de participação no mercado mundial de genética animal?
Segundo números da Associação Brasileira de Inseminação Artificial (Asbia), as exportações brasileiras de sêmen bovino cresceram 5% em 2020, atingindo 508.096 doses.
De antemão, já no primeiro semestre de 2021, os números da Asbia apontam um crescimento de quase 100% nas vendas internacionais do setor, puxada pela demanda de países da América Latina, África e Ásia.
Sobretudo, somos o maior exportador mundial de carne bovina e segundo maior produtor, atrás apenas dos EUA, e segundo estudo realizado pela TCP Partners, uma boutique de investimentos, o Brasil pode assumir a liderança também no mercado global de genética animal nos próximos dez anos.
Genética
A TCP projeta ainda um crescimento de 6,6% ao ano do mercado global de genética e nutrição animal e aponta que o Brasil será o país que mais apresentará oportunidades nesse período, com uma taxa de expansão de 10% ao ano.
Perspectivas alcançadas por meio de dados do mercado e das principais empresas do ramo.
Ainda de acordo com a empresa, o país deve passar por um crescimento da produção nacional de carne bovina, suína e de aves, impulsionando o crescimento de genética animal no país, com o desenvolvimento de tecnologias nacionais.
Atualmente, boa parte do desenvolvimento genético é realizado em países da Europa e nos EUA e são adaptados ao Brasil num processo chamado de tropicalização.
Porém, segundo dados levantados pela TCP, já existe um movimento contrário, o que pode leva o Brasil a atingir a liderança mundial do setor, tornando-nos referência.
A Allele Biotecnologia atua na prestação de serviços laboratoriais para bovinos, com exames de verificação de parentesco e genotipagem, além de Beta-caseína.
Possuí ainda ensaios com metodologias internacionalmente reconhecidas, sendo membro do International Society of Animal Genetics (ISAG), ranking #1.
Fonte: Globo Rural
